Minas, 1990






Vindo da Bahia,
súbito, há tempo,
de ler poesia.

No avião, leio Drummond
e viajo, entre nuvens,
com escala em Belo Horizonte.

E Minas emerge das brumas:
como um sonho,
mais que sonho;
mais que nuvens,
memória.

E o entardecer é luz.

Foto: Ouro Preto, 2008.

Comentários

soledade disse…
É sereno e doce, o poema, como um outono europeu :)
Pavitra disse…

ah, minas é ainda um sonho para mim... esse seu poema falou tbm à minha memória, ana...

p.s. ainda estou viajando, depois volto para ler as paradas que perdi..

beijos!

Cosmunicando disse…
Minas!
como eu queria morar lá!
que poema doce...

beijos

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