quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Estrela




Estrela devora planeta,
exuberante.
Já a minha poesia, surge clandestina.
Habitua-se ao gemido,
soluço entrecortado,
grito quase estancado,

em suspenso.




[Notícia completa em http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u698907.shtml]

8 comentários:

Cosmunicando disse...

saudades de sua poesia, clandestina e densa :)
beijos Ana

BAR DO BARDO disse...

Texto forte e em suspenso...

Ana Cecília disse...

Obrigada, queridos, pela visita!
às vezes sinto a poesia em suspenso, seu lugar entre os abalos deste mundo. Uma angústia de palavras em excesso. E o que é de nós, poetas? que a nós nos cabe ser tomados por tanto sentir em tempos de tantos sinais?
Abraços!

Janaina Amado disse...

Lindos, o poema e o seu comentário. Acho que essa "angústia de palavras em excesso" é sina de poetas. Não só deles, eu diria: dos escritores. Abraço.

Cadinho RoCo disse...

Luz de poesia estelar.
Cadinhho RoCo

Gerana Damulakis disse...

Muito bacana, Ana Cecília.

Raiça Bomfim disse...

Hoje tive em meu texto também uma estrela. E aqui, vejo a estrela, os versos, e os dois me devoram.

Ana Cecilia disse...

Poesia estelar, queremos isso, não é?
Obrigada pela visita de vocês!