domingo, 16 de maio de 2010

Um poema de Adelmo Oliveira




Abro a boca das palavras
Sou a fala
Sou o grito
Sou um eco de silêncio do infinito
que perturba a razão deste enigma



Sagrado. Foto de MVítor.

3 comentários:

Gerana Damulakis disse...

Grande Adelmo.

Thalita Castello Branco, disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Claudia disse...

Um poema nunca se explica.