Um poema de Adelmo Oliveira




Abro a boca das palavras
Sou a fala
Sou o grito
Sou um eco de silêncio do infinito
que perturba a razão deste enigma



Sagrado. Foto de MVítor.

Comentários

Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Claudia disse…
Um poema nunca se explica.

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