No silêncio.






No Casulo, há silêncio de minhas palavras. Não da poesia, porém. Há que respeitar ritmos e tons, há que esperar. Como em um poema, tão antigo:

Efervescente/mente sou
pelas ruas da cidade.
Impura máscara
me faço.

Como se nada mais houvera
além do fustigo
deste falso,
merencório movimento.



Desenho de Ígor Souza.

Comentários

Anônimo disse…
Este comentário foi removido por um administrador do blog.

Postagens mais visitadas