sábado, 18 de junho de 2011

Voltando devagarinho, no frio, na chuva

ITAPAGIPE


Verde-água chuva e tarde.
Verde-água meu coração,
meu coração de criança.

O mar era a chuva.
A chuva era o mar.
Verde-água toda a tarde.
Vento e chuva e mar e água.

Era o mar de repente volátil,
o mar voltando para os meus olhos,
que tanto o guardavam.

Era o mar vindo brincar,
vento e chuva e água,
no pátio da minha casa.

Tudo ver de água:
Era o mar entrando em minha alma,
Era o mar, para sempre,
no meu coração.


Em: Uma Vaga Lembrança do Tempo.

2 comentários:

Maria Muadiê disse...

adoro essa poesia. É linda, linda.

Fanzine Episódio Cultural disse...

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